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Aquenáton, o faraó que exterminou o politeísmo no Egito Antigo

O Egito vivia em paz e com prosperidade quando Aquenáton tornou-se faraó e, juntamente com sua esposa, a famosa Nefertiti, decidiu revolucionar o sistema religioso egípcio, extinguindo os dois mil deuses adorados pela população. O ano era 1353 a.C, aproximadamente, quando a ordem expressa chegou a todos: o único deus que deveria existir era o deus Sol, ou Aton, o criador de todos. O faraó possuía poderes ilimitados e todos tiveram que obedecer, mesmo que considerassem isso uma heresia.

No quinto ano de seu reinado, Aquenáton decidiu mudar-se de Tebas para se instalar ao norte do rio Nilo, passando mais uma mensagem de ruptura do passado. Nefertiti recebeu igualdade de poder e, juntos, ordenaram que construíssem uma cidade onde hoje fica Amarna, que chegou a ter 50 mil habitantes. O local, batizado de Ajetatón – horizonte de Aton – foi escolhido depois que o faraó supostamente recebeu uma mensagem do Deus Sol.

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Fonte: Mega Curioso

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