Sofia Lorrane/ redacao@diarioam.com.br

A Polícia Civil (PC) informou que a mulher estava acompanhada pelo marido, e que o fato aconteceu por volta de 18h de domingo, na unidade (Foto: Arlesson Sicsú)

Correção: A assessoria da Polícia Civil informou que a vítima era uma adolescente, porém, o delegado responsável pelo caso confirmou que a mulher tem 25 anos. Alteramos a informação


Manaus
– Familiares de uma mulher de 25 anos denunciaram dois funcionários de terem abusado sexualmente dela após o parto, na noite de domingo domingo (2), na Maternidade Moura Tapajóz, localizada no bairro Compensa, zona oeste da cidade.

A Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) informou por meio de nota que a direção da maternidade foi comunicada oficialmente na terça-feira (4), mesmo dia em que o marido da vítima registrou a denúncia.

A Semsa informou ainda que a maternidade afastou imediatamente os funcionários denunciados e abriu uma sindicância de urgência para apuração dos fatos, e está prestando assistência e o apoio à paciente e ao bebê, que estão em bom estado de saúde e devem receber alta hospitalar ainda nesta quarta-feira (5).

Segundo o secretário municipal de saúde, Marcelo Magaldi, foi determinado urgência na apuração da denúncia, para que sejam oferecidos tanto o direito de defesa aos acusados, quanto estabelecido o processo para as providências administrativas cabíveis, que levem à punição, se comprovada a culpa.

O caso foi registrado no 8° Distrito Integrado de Polícia (DIP), e segundo o delegado titular do DIP, Demétrius Queiroz, o marido da vítima registrou um Boletim de Ocorrência (BO) e foi instaurado um inquérito policial para apuração do crime de estupro de vulnerável.

Segundo o delegado, a maternidade deve fornecer informações sobre os funcionários que estavam no local no horário do ocorrido na manhã desta quinta-feira (6).

A Polícia Civil (PC) informou que a mulher estava acompanhada pelo marido, e que o fato aconteceu por volta de 18h de domingo. A PC informou ainda que o diretor da maternidade foi oficiado pelo 8º DIP para prestar esclarecimentos sobre o caso.

A previsão para ouvir os envolvidos é até esta quinta, para assim serem identificados os possíveis autores. O delito está descrito no artigo 217 do código penal, e a pena de reclusão é de 8 a 15 anos.

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