Compreendendo a Ciência Estatística – Por Max Diniz Cruzeiro

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A todo momento estamos querendo referenciar coisas, que podem ser percebidas como objetos. E quando esses objetos fazem parte de um coletivo, eles são percebidos como elementos. Porém quando se pensa em um único indivíduo (elemento) de um agrupamento (População), há que se pensar em quatro fenômenos distintos: fenômeno de localidade, fenômeno de temporalidade, fenômeno de transitividade e fenômeno de distanciamento.

Quando um coletivo (População) possui um número significativo de elementos-indivíduos, é possível visualizar padrões de comportamento em que a interação entre os elementos permite determinar um regramento em que as partes se relacionam no ambiente. Então como dentro da população existem réplicas de comportamento, basta apenas conhecer qual o padrão modal de um agrupamento para se entender como os elementos se relacionam entre si, a partir de um pequeno número de indivíduos que permitam chegar a uma conclusão que pode ser expandida por meio de proporcionalidades para todo o agrupamento.

Dentro desta lógica chamar cada indivíduo de um agrupamento como um elemento, foi uma forma impessoal encontrada para falar de objetos que conceitualmente eram abstratos, não tinham vida, e pudesse criar uma generalização para qualquer classe de itens que compusessem um coletivo.

E quando se utilizou em vez da palavra coletivo, habituar-se no conceito estatístico como População, se agrupou elementos que tivessem algum tipo de atividade ou afinidade relacional.

Dentro de um fenômeno de localidade, era interesse que para se dizer alguma coisa de algo ou alguém, que os objetos estudados pudessem estar presentes em algum plano espacial (no sentido de uma coordenada geométrica) que pudesse um observador inferir (dizer) algo ao respeito como uma representação da “coisa” no espaço ambiental.

Então se convencionou colocar um elemento dentro de uma descrição, onde medidas físicas pudessem ser catalogadas. E essas descrições trazem estruturas qualitativas, conhecidas como atributos que permitem dizer alguma impressão sobre o elemento, como por exemplo: gordo, magro, caro, barato, alto, baixo, …

Porém para você qualificar um atributo é necessário que você construa uma relação física, que seja possível você coletar a partir de uma métrica que possa ser colhida do elemento como a percepção de uma ou mais características que ele venha a sofrer como parte de sua própria constituição ou alguma perspectiva que esteja presente em seu conteúdo. Como por exemplo: peso: 89 Kg, Altura: 1,80 metros, preço: R$ 700,00, rosto: (diagonalidade: 5%), (Erupções na pele: 3% da área), (Curvatura do nariz: alongamento de 5 milímetros além do padrão).

Embora alguma relações não sejam tão claras de se perceber como variáveis físicas, as relações físicas estão presentes na percepção de todos os componentes de um elemento.

Neuro cirurgião Max Diniz Cruzeiro (DF)

A reprodução de um elemento sofre distorções em relação a outros elementos presentes de um agrupamento. Por esta razão quando se estuda coletivos, se deseja conhecer de fato a relação que é formada a partir do processamento das informações dos elementos de forma conjunta para que a cadeia de valores seja possível nomear um conhecimento que seja relevante e que possa ser atribuído como significativo e verdadeiro para todo o agrupamento, como uma afirmação válida.

Então um fenômeno de localidade quando estudado procura gerar uma condensação neural, que permita sintetizar uma ideia representativa que possa atribuir como informação para todo o agrupamento.

Por esta razão essa unidade sensorial que se fabrica por meio das impressões coletadas das características dos objetos (elementos) é chamada de uma medida centralizadora, ou medida de tendência central que converge para uma métrica que é a síntese que menos possa representar lapsos em se fazer uma afirmação sobre todos os elementos que estejam contidos no agrupamento. Ela permite gerar um valor físico no qual seja possível associar a uma qualidade que parte do conhecimento do pesquisador na observação de outros termos ou elementos que compõem uma classe ou população específica.

Porém, nem sempre os elementos são estáticos, e à medida que transformações ocorrem no ambiente, os elementos passam por mutações em que seus estados são alterados pela lei da entropia, ou por outras leis como a da atração, fusão e incorporação de novas agregações de valores. Por esta razão os dados que são geradas pela coleta de impressões físicas, necessitam ser corrigidos devido a influência do fenômeno de temporalidade.

Acontece também que dependendo da população os elementos relacionam-se entre si, e nestes casos tem-se também que pensar em estatística como um fenômeno de transitividade, em que a relação física de localidade entre as partes também deve ser percebida como um dado relevante para um modelo que se deseja construir uma relação causal em que a geração de efeitos irá desencadear consequências diretas no ambiente.

Então para se precisar estas coisas, é necessário também coletar informações sobre o fenômeno de distanciamento dos objetos, para se saber o quão perto ou próximo uma métrica física de um objeto que se apresenta como uma característica possa estar numa relação de influência direta ou combinada por outra. Por isto desta relação se procura ver como é o comportamento de proximidade de uma variável cuja dimensão física esteja exposta. Uma variável é um atributo ou subatributo que posse ser mensurável e incorpore mesmo que subjetivamente um valor integral ou quantitativo.

Fraternalmente,

Max Diniz Cruzeiro

LenderBook Company

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