TV e rádio serão usados para mostrar as propostas dos candidatos (Foto: Ebc.com.br)

Manaus – Após mais de uma semana sem fazer campanha, candidatos ao governo do Estado na eleição suplementar devem concentrar campanhas na propaganda no rádio e TV além de viagens ao interior do Estado.

De acordo com assessoria da Coligação ‘União pelo Amazonas’, que tem como candidato o senador Eduardo Braga (PMDB), a coordenação já está retomando as atividades de campanha. A coligação União pelo Amazonas já está retomando as atividades normais de campanha mobilizando a militância, remarcando compromissos dos candidatos e realinhando as ações com vistas à eleição suplementar de 6 de agosto. Nos próximos 31 dias, toda a equipe da coligação estará empenhada em mostrar para o povo amazonense as propostas de Eduardo Braga e Marcelo Ramos para tirar o Amazonas da crise.

Para o deputado estadual e candidato Luiz Castro (Rede), da coligação ‘O Começo de uma Grande Mudança’, a semana prejudicou a campanha da coligação ‘O Começo de uma Grande Mudança’. “Certamente, não dá para negar uma semana parada, atrapalhou, se parou o ritmo, se parou de fazer uma série de coisas com esta insegurança. Foi até meio desmobilizador . A coisa mais urgente a se fazer agora, e mais urgente, é produzir os programa de rádio e televisão, acho que este é o desafio a curto prazo maior porque, aparentemente, é uma coisa simples, mas não é tão simples. Tem que ser legendado, ter áudio descrição, ter a linguagem de libras, uma finalizadora que trabalhe com os requisitos que as emissoras exigem do ponto de vista técnico”, disse.

A coligação ‘Movimento pela Reconstrução Do Amazonas’, que tem como candidato o ex-governador Amazonino Mendes (PDT), afirmou não existir previsão de retorno às ruas porque ainda não há estrutura financeira para isso. “Uma campanha curta é uma campanha para os novos tempos, onde é preciso economizar, já que as estruturas estão muito mais enxutas e as regras eleitorais não permitem gastos fora do padrão. E o Estado em crise demanda campanha sóbria como a nossa, onde o candidato e o vice vão aparecer bastante e explicar: como reconstruir o Estado em 12 meses?”, informou a coligação por meio da assessoria.

De acordo com a candidata do PPS, Liliane Araújo, durante a suspensão da eleição, o partido não desmobilizou, internamente, o comitê de campanha. “Hoje (ontem) mesmo já fomos para a rua fazer bandeiraço, à tarde, estamos gravando programa para rádio e TV. Vamos manter o calendário de campanha, não desmobilizamos o comitê, por isto está bem tranquila a retomada”, afirmou.

Segundo o vereador e candidato pelo PHS Wilker Barreto, os dias em que a eleição esteve suspensa foram dias perdidos, assim como Wilker vai investir em viagens ao interior. “Neste período, não fiz campanha, apenas reuniões internas e ficamos esperando uma definição. Agora, temos que correr contra o tempo. Em relação aos próximos passos, iremos retomar as adesivagens e estou indo ao município de Santa Isabel do Rio Negro, oficialmente em campanha, faço visita também em Iranduba, começo a fazer o interior o máximo possível, até porque não se consegue fazer 20 cidades em 30 dias, é impossível”, disse.

A candidata da coligação ‘Coragem para Renovar’, ex-deputada federal Rebecca Garcia, afirmou recomeçar a campanha com a determinação. “Perdemos um tempo precioso, mas não nos faltam coragem, nem humildade. Quem vai mudar o Amazonas são os próprios amazonenses, que não querem mais ficar presos ao passado”, disse Rebecca.

Para o candidato do PT deputado estadual José Ricardo, a campanha ficou mais curta por causa da suspensão. “Vamos ter que correr um pouco mais. No final de semana, vamos nos concentrar nos programas de rádio e TV e, depois, vamos retomar as campanha de rua. É claro que também tem os materiais de campanhas que vamos ter que agilizar para por nas ruas”, afirmou.

O vereador Marcelo Serafim (PSB), da coligação ‘Coragem e Atitude para Mudar o Amazonas’, afirmou que o maior prejuízo da campanha foi ter parado toda a produção de TV para evitar gastos. “Agora temos que correr para produzir e deixar tudo pronto para mandar para a TV e aí, na segunda e terça, este material começa a ser veiculado na mídia. Com estes dias parados, prejudicou muito as viagens ao interior, então, vamos ter que concentrar Manaus e os programas de TV para ter mais visibilidade no interior do Estado”, disse o candidato.

Decisão para fazer eleição no dia 6 foi anunciada pelo TRE

Na última sexta-feira, o presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE), desembargador Yedo Simões, confirmou, na manhã desta sexta-feira (7), que o calendário eleitoral das eleições suplementares para governador do Amazonas está mantido. Com isso, o primeiro turno ocorrerá no dia 6 de agosto deste ano, com a participação de nove candidatos. O TRE vai manter o orçamento previsto.

O desembargador afirmou que manter a data já estabelecida é ‘menos traumático’ do que adiar a eleição, por causa dos custos envolvidos fazendo com que, segundo ele, não haja prejuízos. “Vamos manter o dia 6 de agosto a eleição. Houve entendimento com o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Gilmar Mendes, e o secretário dele e chegamos a essa definição. As questões que surgirem serão resolvidas pelo plenário”, afirmou.

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